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    • Avaliação – Stop Dog Junho 24, 2009
      Esse post está atrasado, porque já estivemos no Stop Dog há duas semanas, mas como ninguém se manifestou, cabe a mim relatar nossa experiência neste cachorro-quente que fica no Santa Mônica. Além do dog especial (servido nas opções ‘tradicional’ e ‘prensado’), é possível optar por dogs um pouco mais elaboradas como o dog com bacon ou […]
      bach
    • Avaliação – BullDogs Maio 28, 2009
      Ontem a equipe do Rota HotDog foi conhecer o Bulldogs na praça de alimentação do Floripa Shopping, que serve crepes salgados e doces além dos hotdogs. Existem várias opções de lanches, desde os cachorros tradicionais até “dog-pizza”, passando pela minha opção o Bulldog Max, um cachorro quente prensado com uma salsicha max (como aquelas usadas nos […]
      bach

Avaliação – Stop Dog

Esse post está atrasado, porque já estivemos no Stop Dog há duas semanas, mas como ninguém se manifestou, cabe a mim relatar nossa experiência neste cachorro-quente que fica no Santa Mônica.

Além do dog especial (servido nas opções ‘tradicional’ e ‘prensado’), é possível optar por dogs um pouco mais elaboradas como o dog com bacon ou com calabresa. Esse último inclusive foi o que eu optei.
Os ingredientes são os mesmos que comumente encontramos na maioria dos dogs, o que confere um sabor bastante tradicional; ou seja é um cachorro-quente com gosto de cachorro-quente!

O atendimento é show de bola; se você não quise descer do carro, basta estacionar o carro ali nos arredores para o garçom vir rapidinho anotar o pedido.

Existe ainda uma promoção: na compra de cada cachorro-quente você ganha um ticket e na junção de 10 destes, você ganha um dog especial.

Resumo da ópera: um dog saboroso, bem feito e de um tamanho bom pra encher a barriga; atendimento bacana.
O espaço é aberto e não tem muitas opções de bebidas.

Na Escala Rota HotDog, ganha 3 salsichas.

Avaliação – BullDogs

Ontem a equipe do Rota HotDog foi conhecer o Bulldogs na praça de alimentação do Floripa Shopping, que serve crepes salgados e doces além dos hotdogs.

Existem várias opções de lanches, desde os cachorros tradicionais até “dog-pizza”, passando pela minha opção o Bulldog Max, um cachorro quente prensado com uma salsicha max (como aquelas usadas nos panchos uruguaios) e mais onze ingredientes (milho, ervilha, vinagrete, batata palha, queijo, orégano, cheddar, catupiry, maionese, purê de batata e mais um que não me recordo no momento).
A técnica de prensar é parecida com o Irondog, onde o queijo é colocado na chapa ao lado do pão; e quando está derretido é jogado por cima do lanche. Fica muito gostoso é algo que eu ainda não tinha visto nas bandas de cá.

O hotdog é saboroso e os condimentos estão na medida certa, além de ser bem montado. Algumas pessoas do grupo acharam que a salsicha estava muito para cima, mas no meu caso ela veio posicionada no fundo do pão, logo acima do purê de batata.

O preço é mais salgado que a maioria dos dogs que vemos por aí, mas isso se justifica pelo fato da lanchonete estar localizada na praça de alimentação de um shopping, onde os custos de manutenção provavelmente são bem maiores. Acabamos pagando pelo conforto que essa localização proporciona, como ambiente coberto e climatizado, banheiros limpos, estacionamento etc.

Ponto positivo para eles na questão bebidas: apesar de não venderem refris de 2 litros, pelo menos oferecem a opção de 600 ml, além de venderem cervejas Heineken.
Outro ponto positivo é aceitarem pagamento com cartão de débito e de crédito, além dos cartões de vale refeição.

Resumo da ópera: o Bulldogs serve um cachorro quente saboroso e bem montado e serve como uma boa opção para quem já está no shopping e quer comer alguma coisa. Não é uma boa escolha para quem quer sair apenas para comer um dog, mas se você já estiver no shopping, vale a pena experimentar.

Na Escala Rota HotDog leva 3 salsichas.

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HOT DOG TUBA – BIGUAÇU – 20/05

Nesta última quarta, 20/05, nos reunimos novamente, desta vez no HOT DOG TUBA, na praça de Biguaçu, em frente à prefeitura da cidade, para novamente matar a fome, e, claro, contar as nossas impressões sobre mais um dog! Por volta de 21 horas já estava um pouco frio, e nisso o dog Tuba ganha pontos. Ambiente fechado com bom espaço, abrigado do frio. A casa coloca uma comanda para os clientes, onde cada um assinala os ingredientes que quer no seu lanche, com opção de 1 ou 2 salsichas, e ainda podendo incluir frango ou calabresa, no dog tradicional ou prensado (pra alegria do Zé). Essa comanda na mesa evita trasntornos e facilita a escolha dos ingredientes, e no final vc ainda apresenta a mesma e faz seu pagamento, asssim turmas grandes como a nossa não precisam ficar fazendo contas pra dividir seu lanche. Mais um ponto! Como ponto negativo posso citar a falta de refrigerantes de dois litros.

Quanto ao dog em si(vale lembrar aqui que eu estava resfriado, e portanto, não pude sentir muito bem o gosto), os molhos e temperos são os normais em um bom cachorro-quente. O lanche é bem feito e saboroso, mata a fome tranquilamente. Senti falta apenas de uma boa maionese caseira, que considero essencial. Gosto pessoal… heheh. O Hot Dog Tuba leva, pelo conjunto estrutura/lanche, 3 salsichas!

Cleber.

Avaliação – Cachorro Quente do Silva

Ontem nos reunimos no Cachorro Quente do Silva que fica localizado próximo à UFSC, na rótula que leva para Trindade, Córrego Grande, Pantanal e Beira-Mar. O que chama atenção é que não se trata de uma Van, como comumente encontramos por aí, e sim de um reboque bem equipado.

O dog é do jeito que eu gosto: simples, duas salsichas e prensado. E tem um ingrediente que não é muito comum aqui em Florianópolis: o purê de batata.
Confesso que fiquei receoso, porque minhas experiências anteriores de dogs com purê não tinham sido muito boas, mas nesse cachorro quente mudei de opinião.
Outra coisa que gostei é o fato de usarem queijo parmesão, que para mim é melhor queijo para acompanhar um bom cachorro quente.

Pecou um pouco na questão das bebidas, só oferencendo refrigerantes na opção lata ou 400 ml (é… eu não conhecia essas garrafinhas de 400 ml); para um grupo maior o refri de 2 litros faz falta.
Em compensação o preço é bem acessível, o que gera um grande ponto positivo.

Fiquei sabendo lá que eles tem um dog “irmão” chamado Cachorrão do Pamplona e que também fica no Córrego Grande. E o que me chamou a atenção é terem um folder legal (que o Jack deve postar em breve) e fazerem entrega gratuita para os bairros próximos. Além disso, curiosamente eles têm QUATRO telefones celulares pra receber as ligações com os pedidos, um da Claro, um da Tim, um da BrTel e outro da Vivo. Presumo que seja para beneficiar os clientes que tenham preços de tarifas especiais pra cada uma das operadoras; e se for isso mesmo, estão de parabéns! Ninguém tem desculpa pra dizer que ligar pra pedir um dog sai muito caro.

Resumo da ópera: o Silva é um dog simples e bastante saboroso com um preço acessível e tamanho mediano, ótimo pra matar a fome a noite. Fica localizado pertinho do CTC da UFSC e é uma opção bacana para quem quer fazer um lanche rápido ali nos arredores.

Na Escala Rota HotDog leva três salsichas.

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Dog do Papito

Sim, estávamos com fome! Fome de voltar a descobrir dogs em Floripa e região, afinal, desde 2008 que a equipe de devoradores do Rota estava em recesso! Mas não pensem que perdemos o faro! Prova disso foi a noite de quarta, 06/05/2009. Abrimos oficialmente a temporada 2009   de  caça ao cachorro quente perfeito no  Papito, que fica no Jardim Atlântico, ali mesmo, pertinho da rampa de skate, na Av. Atlântica (logo, logo,  o Jack, praticamente um GPS humano, deve postar todos os detalhes do endereço, mas não tem erro!). Vamos ao que interessa. Após termos todos (sim, todos, Zé e Juh, Simone, Jack, Sophia e Sarah – será que escrevi tudo certo? -  Sauthier, o terrível, Lilian e este que vos escreve) chegado ao referido estabelecimento, já pudemos constatar que se trata de um ambiente limpo e espaçoso, e por se tratar de um lugar fechado, pode-se saborear um dog abrigado do frio que começa a dar as caras em Floripa. O atendimento dos caras também é bom e organizado. Ah, e servem refrigerante de dois litros! Bom pra quem vai em turma ou em família!
Sim, estávamos com fome, e feitos nossos pedidos recebemos rapidamente nossos esperados dogs. A casa serve somente dogs tradicionais com duas salsichas (ponto pra eles, conquistaram o Jack, hehehe), em um bom tamanho. O Papito oferece a possibilidade de “customizar” seu dog, especificando os tipos e as quantidades de molhos, condimentos e maionese, por exemplo. Como era nossa primeira vez lá, pedimos à moda da casa. Em minha opinião, veio com um leve exagero na quantidade de maionese, mas isso não me atrapalhou, até porque a maionese é fantástica, bem caseira, um sabor especial, vale conferir. No segundo dog já sei que devo pedir menos maionese (quer dizer, pedi né, porque eu e Lilian rachamos um segundo pra arrematar). O queijo usado também é muito bom.  A única ressalva fica por conta da montagem do lanche. As Salsichas vão primeiro no pão, e todos os demais ingredientes vão por cima. Isso acaba atrapalhando um pouco na hora de comer. Talvez se algum condimento fosse colocado antes ficaria mais bem organizado. Mas isso não muda em nada o conceito do dog do Papito, que está de parabéns,  matou nossa fome e abriu muito bem a temporada 2009 do Rota Hot Dog!

Avaliação – Papito Hot Dog

Foi aberta a Temporada 2009 do Rota HotDog, em busca da melhor salsicha (ui!).

E nessa temporada, prometi para mim mesmo que seria mais criterioso em relação à avaliação dos cachorros-quente para que nossos leitores não caiam em armadilhas por aí. Levarei como parâmetro que dogs ruins merecerão uma salsicha e medianos levarão duas. Aos dogs bons (ou seja, acima da média) darei três salsichas e aos muito bons, quatro. Só receberão cinco salsichas aqueles cachorros-quente que sejam realmente muito saborosos, bem servidos, com ambiente bacana etc.

E pra começar as avaliações desse ano, visitamos ontem o Papito Hot Dog, no Jardim Atlântico. O ponto está aberto a pouco tempo, mas tem uma placa bem grande que já vinha chamando nossa atenção e por isso resolvemos começar por lá.

O ambiente é bem simples: uma sala comercial com banheiro, algumas mesas e cadeiras brancas de plástico, uma pequena área externa coberta e o a cozinha à vista, onde é possível acompanhar o lanche sendo feito, como é de praxe em lanchonetes. Tem um grande ponto a favor que é o fato de ser uma área coberta e fechada, o que protege do frio no inverno e da chuva no verão.

Mas vamos ao que interessa: o cachorro-quente propriamente dito. Um lanche tradicional, sem grandes inovações; salsicha, pão, queijo, batata-palha, milho etc… esses ingredientes comuns à maioria dos dogs por aí. O que é um pouco diferente é a maionese utilizada, que parece ser caseira e é muito saborosa. Contudo, o pessoal capricha mesmo na tal maionese, talvez beirando ao exagero e algumas pessoas do nosso grupo saíram até um pouco enjoadas. Como eu disse, a maionese é bem gostosa, mas seria melhor pedir que eles não usassem muito. Fica aí uma dica pra deixar o lanche ainda mais gostoso.

Outro ponto que peca na minha opinião (e sei que outros amigos do Rota irão discordar de mim) é não oferecerem a opção de prensar o lanche. Eu particularmente sou fã dos dogs prensados; acho que além de serem mais fáceis de comer ficam mais saborosos também. Hoje em dia há muita concorrência entre os cachorros-quente, então acho que oferecer essa opção seja fundamental.

Mas merecem ponto positivo pelo bom atendimento, pois todos que nos atenderam foram muito simpáticos e atenciosos e isso conta muito na hora de escolher um bom dog. Além disso, eles têm a opção de refrigerantes de 2 litros, o que é uma boa para grupos grandes como o nosso ou mesmo quando for levar a família pra comer.

No fim das contas, levando em consideração que estou mais criterioso a partir dessa temporada, o Papito Hot Dog leva de mim 3 salsichas na escala Rota HotDog. Ou seja, um bom lanche pra levar a família, principalmente nesse inverno que está chegando.

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Primaveras do meu coração

A poesia que fiz pra XXXXXXXX no dia do aniversário dela ano passado
Primaveras do meu coração

Que o seu olhar causa-me fascinação
Em meio à transcendência de seu sorriso!
Que seus olhos refletem
As chamas em meu coração
Causadas pelos seus lábios!
Que a sua presença preenche a minha ausência,
Pois os nossos olhares se encontram e se completam!
Que sua voz doce serena o meu ânimo.
Que eu nunca mais serei o mesmo,
Pois tu já perfumas as primaveras do meu coração.

Estréia do Sauthier

Querido leitor, eu estou trabalhando em um domingo para dar uma notícia que muito me orgulha. Andamos por muito tempo na escuridão, sem ter um guia intelectual. Mas agora nossa vida vai mudar, pois de hoje em diante nosso mago das palavras, o profundo conhecedor da alma humana, passará a contribuir com a Rota. Não só, comendo HotDogs, e sim nos lavando a ignorância com banhos de poesia…. é senhoras e senhores que atire a primeira lata de milho aquele que nunca leu uma poesiazinha….

Beto’s Burger

O Jack sempre chega primeiro! Falar nisso, tô feliz pra caramba com a camiseta de motoqueiro malvado com a qual ele me presenteou assim que chegou no dog de ontem! Valeu galera! Ontem eu e Lilian nos surpreendemos, pois chegamos antes do Sauthier ao Beto’s! Confesso que tive medo do colega chegar e encolerizar-se conosco, tanto que esperamos um pouco no carro (sim, carro!) mas como estavam demorando fomos reconhecer o terreno! Felizmente o matador de hot dogs paranaense chegou com os olhos revirando de adrenalina, engarupado na motoca do Jack e bradando: “Corre, acelera isso, que essa ladeirinha da Felipe Neves há de se encolher sob meu olhar sanguinário!”, o que o fez nem notar que havíamos chegado antes dele! Sorte Nossa! Bem, vamos aos fatos… O Dog é muito bem servido, bom tamanho, maionese caseira muito boa e um recheio com muita, mas muita coisa! O preço não foge muito à concorrência, e o chopp que a casa serve é bom de verdade! O ambiente é aconchegante e o atendimento atencioso! O proprietário foi bem atencioso, e o chapeiro é criativo, e uma figura simpática! Apenas achei que meu dog tinha muita azeitona, mas isso é questão de gosto pessoal, na próxima peço pra tirar! Enfim, Beto’s Burger vale muito a pena! Três salsichas pra galera!

Encontro Sul Brasileiro de Motociclistas

(…)

Beto’s Burger

Foi uma quarta-feira (ontem 17/09) mágica, a lua cheia estava linda, deixando as mulheres e a torcida do Figueirense em polvorosa. Felizmente as mulheres não nos tacaram rojões como os torcedores fizeram com o zagueiro Asprilla e o atacante Rafael Coelho. Você deve estar perguntando: e o que isso tem com os Hot Dogs?? O assunto é pertinente sim, seu devorador de embutidos quentes. Ocorre que para esta quarta o nosso sanguinário poeteiro de Pato Branco fez uma indicação para a Rota, e, é claro, todos com medo de contrariá-lo aceitaram. No entanto o lugar fica estrategicamente posicionado atrás do templo sagrado do futebol (Estádio Orlando Scarpelli). Como no treino de ontem (quarta) a galera da Gaviões metou bomba em campo, o clima esquentou entre torcida e diretoria, diretoria e jogadores, jogadores e torcida, até que a polícia chegou e o clima aqueceu pra eles também. Tudo que o Salthier Negro das Trevas precisava, um pouco de ar sombrio, cassetetes manchados de sangue e ira, muita ira.

Eram 21:04 e eu ainda estava em casa, com o Mayronn e a Nininha, tentando ouvir alguma notícia na CBN dizendo que estava tudo mais tranqüilo, que não haviam manifestações em torno do estádio. Afinal, iríamos ao Beto’s Burger.

Acredito que o Sauthier pegou o espírito da coisa, e parou de ver a quarta como “o único dia da semana que ele janta”. Agora ele está sedento pelo vermelho do molho, pelo odor dos condimentos. Ele quer mais, ele quer escolher a Rota da Lua Cheia de setembro. E, na minha opinião, escolheu bem. Será que foi sorte? Eu não sei, só poderemos observar na próxima recomendação dada pelo nosso Gárgula de White Duck.

Ao que todos chegaram, passamos a fazer os pedidos, pois o estabelecimento fecha cedo (23:00). O lugar lembra aqueles bares tradicionais do Bairro do Estreito, com varandas de toldos, mesas sob elas, o aconchego de um bar típico tradicional e aquele ótimo atendimento que se espera. Mas não se engane, o Beto’s Burger, apesar de não ser Pokemon, evolui aquela idéia de “bar e lanchonete” e apresenta-se como uma Casa de Lanches de muito bom gosto e completa, oferecendo desde porções a Dogs. Ah! Sem falar que Chopp ZeHn Bier que você não encontra em qualquer lanchonete.

Porr.. o clima tava bom, o lugar é excelente, com ótimo atendimento – o garçom não deixa copos vazios na mesa, o que te faz esquecer a Lei Seca por alguns instantes – a casa possui banheiros limpos e uma chapa, para preparar os lanches, inteligentemente posicionada à visão dos clientes. Assim, pode-se observar o experiente chapeiro trabalhando e até personalizar seu lanche. Por falar nele, todos pedimos, por motivos óbvios, HotDogs, que o Beto’s oferece em duas versões: Simples, com uma salsicha, ingredientes tradicionais e uma maionese saborosa (de leite com cheiro verde); Mas também há a versão Prensado, com duas salsichas, ingredientes tradicionais, acrescido de cenouras, alface, azeitonas, ovos de codorna, pickles e o mesmo molho de maionese… Devo ter esquecido muitos dos outros ingredientes do Dog, pois o mesmo é muito bem recheado e capaz de matar qualquer fome ou desejo. Recomendo que passem por lá pra conferir.

Ao final, éramos dez malucos cantando parabéns para o Cleber no meio da Rua José de Abreu no Estreito. Agradecemos a equipe do Beto’s e sartamo de banda.

Avaliação:

Scooby Dog

É isso! Debaixo de muita chuva, chegamos eu e Lilian ao Scooby Dog, no endereço já citado pelo colega Jack, o qual já encontramos do lado oposto da rua com cara de quem estava planejando um ataque sanguinário aos dogs inocentes! A cara dele só não assustava mais do que a do malvadão Santiago, que já vimos sentado próximo aos proprietários do Scooby dog, que por sinal estavam meio assustados com aquela figura (mal sabia eu que ele estava de plantão desde cedo e já havia traçado alguns dogs). Pouco depois  o Zé a Ju completaram o bando, e pudemos provar um excelente cachorro-quente! O Especial com calabresa, cheddar, bacon, condimentos, cenoura, repolho e mais os ingredientes de sempre mata a pau! Depois desse tive que provar o Completo, que também já vem com 2 salsichas por padrão, e não fica muito atrás! Duas opções muito boas, o sabor lembra mesmo os dogs clássicos, sem muito gosto dos molhos, maionese excelente, um preparo higiênico e um atendimento muito bom. Quatro salsichas para o Scooby Dog!

Cleber.

Scooby Dooby Dooooog!!! Trindade

Realmente, senhoras e senhores, não tem sido uma semana fácil para a Rota HotDog. No último episódio havíamos estreado o 1º  encontro intermunicipal de coxinhas, pois não havia uma só moto presente. Mas ontem, meus queridos, foi a gota d’água. Na verdade, foram milhares de litros de água…. devido à chuva, tivemos o 2º Encontro intermunicipal de coxinhas, somado ao dia internacional do “deixe seu carro em casa”.  Já estou começando a pensar que São Pedro ta de sacanagem com a gente. Mas, barbas de molho à parte, estávamos lá no Scooby  Dog, por recomendação da professora que trabalha com a Lilian. Observem, senhoras e senhores, como um bom lanche pode ir longe. Eu, que não tenho nada haver com a tal professora, tive a oportunidade de comer um Dog recomendado por ela.

O fato é que o tal Dog, situado em frente ao cartório Maria Alice na Trindade, apesar da pouca idade, faz um lanche excepcional. Lembra muito o sabor de Cachorro Quente de antigamente, quando não haviam os apelativos pães de 30cm. Trata-se de um HotDog muito bem preparado e  com ótimo atendimento (vale tbm para o garçom mirim). Há muito tempo não tínhamos nossos pedidos entregues corretamente, isso quando não me deixaram sem pedido. Por falar em pedido, teve gente que resolveu até chegar mais cedo e fazer o seu, nas escondidas, antes de todo mundo aparecer.

O Scooby Dog possui algumas idéias interessantes, que já vêm sendo aplicadas em outros dogs, como o queijo tipo Cheddar e outras opções que bebidas que não seja refri em lata. Lá é possível se tomar um chá gelado ou até mesmo pedir o refri em versões 600ml. No entanto, o grande destaque vai para duas opções de lanches bem equilibradas. De um lado o Scooby Completo, que já vem duplo de fábrica, com condimentos, molhos e saladas (inclusive de cenoura). Do outro um destruidor de fome! Um matador! O Scooby Especial, que, acreditem, vem duplo, mais calabresa, bacon e queijo cheddar. Sinceramente?! É UM BAITA!!! Bem recheado, com tudo bem distribuído e mesmo na chuva estava muito bom.

Gostaria de chamar a atenção para a maionese utilizada, com sabor suave e na medida certa, ela não rouba a cena, como encontramos em muitos lanches por aí. É possível se identificar o gosto de cada um dos ingredientes.

Deixo aqui meu agradecimento a equipe do Scooby Dog e recomendo a todos.

Jack

 Avaliação:

Fome com Pão!!!!

É isso aí cambada de devoradores de cães super-aquecidos, faça chuva ou faça sol a Rota está de pé e caminhando a passos largos. E nessa sexta fez chuva, daquelas de encher o saco, até me pareceu que o universo estava conspirando pra que nunca chegássemos no Fome de cão. Isso mesmo, seu tarado(a) por lanches de rua, aquele que não tinha pão.

Começamos nossa história com uma semana tumultuada para todos e difícil de marcar um dia pra Rota. Mas como o estômago deve estar acima de todos os contratempos, marcamos pra sexta (05/09) lá no Fome de Cão. Como muitos tinham compromissos até as 22 horas, o lance tinha que rolar após esse horário. Pra garantir que a Towner estava lá e que havia pão, enviamos nosso Guardião da Salsichas Sagradas, Sauthier, que nos aguardou firme e forte; Enquanto observava o movimento dos ônibus que levavam belas possibilidades de relacionamento pra casa. Mas ele resistiu ao embarque e mesmo com o seu AXE atraindo mulheres no raio de quilômetros, manteve-se firme até a chegada do Cleber e da Lilian.

Eu passei em casa pra lixar um capacete e fiquei aguardando o Zé ligar, pois eu havia prometido uma carona no melhor estilo coxinha. Aliás, pela primeira vez tivemos um RotaHotDog especial dos coxinhas, pois todos deixaram suas motos em casa.

Nos atrasamos um pouco pq a professora da Juh resolveu aplicar uma prova até mais tarde. Aproveito pra rogar uma praga a todos os professores que resolvem avaliar seus alunos numa sexta, até às dez e meia da noite…. Que faltem salsichas em seus cachorros quentes e que os atendentes troquem seus pedidos!!!

Chegamos lá com um clima legal, apesar da chuva, estávamos todos dispostos e curiosos com o lanche, já que o movimento realmente era intenso. Após uns 5 minutos o Reinaldo, com toda a simpatia, nos atendeu e pediu desculpas pela demora. O lance começou bem pq haviam disponíveis as duas opções que mais me agradam: Tradicional Simples (R$3,00) e Tradicional Duplo (R$3,50), todos sem prensar…. huahauhauauahuahauahuah porque quem gosta de cachorro esmagado é urubu.

O rango é caprichado, bem recheado com: vinagrete, uma ou duas salsichas, milho, ervilha, olhos, ovo de codorna batata palha e queijo ralado. O Zé sugeriu, e eu concordei com ele, que o ovo viesse triturado. Ajudaria também o uso de queijo mussarela ralado. O Reinaldo agradeceu e nos explicou que como trabalha em uma Towner fica difícil de manter um espaço para picar alguns ingredientes e para a prensa. Mas que estava montando um trailler ecologicamente correto feito de material reciclado. Naquele momento entendi que se tratava de mais um típico brasileiro que rala pra kralho todo dia pra ter um lugar ao sol e oferecer um atendimento especial a todos que chegam lá pra fazer um lanche. Fico feliz de conhecer gente assim.

Parabéns ao Reinaldo e à “mãe”!

 

Jack

 

 Avaliação:

Rota HotDog – Edição Extraordinária – Uruguai

No ano passado, em novembro de 2007, Juh e eu resolvemos extrapolar os limites da cidade de Floripa e adjacências e realizar uma edição especial da Rota HotDog. Por isso seguimos para o Uruguai e Argentina em busca de experimentar as variações locais dos cachorros-quente dos hermanos.

Chegando por lá descobrimos que existem basicamente dois tipos de hot-dogs no Uruguai e fomos experimentar ambos. O primeiro foi o “Pancho 4 Salsas”, um cachorrão tradicional, apenas pão, uma salsicha enorme (ui!) e as 4 “salsas”: maionese, catchup, mostarda e um molho apimentado local. Simples e delicioso! Merecedor com certeza de 5 salsichas na Escala Rota HotDog.

Mas também há outro tipo de dog por aquelas terras, o chamado “Frankfurter”. Eu prefiro não falar muito a respeito desse, porque comi apenas em uma única lanchonete, tamanho foi o trauma. Uma bisnaguinha com uma salsicha murcha (ui!) e sem graça! Fica a foto abaixo para vocês tirarem suas próprias conclusões ao verem a minha cara de decepção ao descobrir a diferença gritante entre um Pancho e um Frankfurter.

Quantas salsichas na Escala Rota HotDog?? Prefiro nem comentar…

Acima de nós, só o Sid Vicius….

Preocupado com o sucesso que a Rota Hot Dog vem fazendo e sem ter espaço pra guardar as cartinhas que recebemos de nossos fãs. Apelei aos mecanismos de busca pra ver se existe mais alguma Rota a qual estejam nos confundindo.

Eis que não encontrei rota alguma, mas descobri que além de sermos únicos, estamos entre os melhores, abaixo apenas de Sid Vícius. Pelo menos na busca de imagens do google…. :)

Dog Sensação – Nilton

Acreditem, estivemos no Nilton Dog. Foi uma busca árdua pelo tal “cachorro quente doce da TV”. Árdua, porque nossa história começa com uma matéria veiculada no Jornal do Almoço, do grupo RBS, seguida de um artigo publicado no Jornal Hora de Santa Catarina, do mesmo grupo. Acontece que ninguém do Rota Hot Dog assistiu e as informações que nos foram dadas por colegas ainda eram um pouco vagas. Levamos quase dois meses para encontrar o tal Dog. Tempo esse justificável, por se tratar de uma carrocinha incrustada nos fundos de um lote, que faz extrema com uma loja de veículos e um galpão. Apesar de passar por ali todos os dias, confesso, nunca atentei ao ponto comercial como sendo de um cachorro quente.

Foi num daqueles momentos em que eu estou viajando, ouvindo algo no carro. A Siba, no carona, está olhando a paisagem na janela lateral, que não é do quarto de dormir. Subitamente ouço-a dizer o nome de outro homem: “Nilton!!”. Eu que não me lembro de conhecer algum Nilton e já nem pensava mais no tal dog. Fiz o que todo marido faria em uma situação como essa…. grudei-lhe no pescoço e disse: Tá doida? Que mané Nilton?? Tô aqui curtindo um sonzinho e tu me vem com o nome de outro cara? E bem no refrão? – Aquilo havia realmente me chateado. Mas por se tratar de um ser espiritualizado e centrado, ela me fez o favor de esclarecer que acabara de encontrar o tal Nilton Dog do Leite Condensado com queijo colonial… Argh!

O “Argh!” foi por conta de um PRÉconceito bobo, afinal ninguém faz tanto sucesso com algo que não presta (isso não vale para o Tchan). E o Nilton havia se tornado um Pop Star (ou seria Dog Star) graças ao seu lanche doce.

Assim sendo, marcamos de nos encontrar por volta das oito da noite direto no Nilton. Chegando lá tive a sensação de que seriamos bem atendidos, pois a simpatia impera no local e todos os funcionários sabem como tratar seus clientes. O Nilton faz questão de participar da preparação dos lanches e algumas vezes até dos pedidos, com a intenção de não deixar ninguém sem atendimento.

Fiquei impressionado com a apresentação do cardápio, limpo, simples de entender. Os lanches salgados são semelhantes, muda o tamanho e os adicionais, mas a base é a mesma. É possível se pedir o “Tradiconal” simplesmente ou um “Tradicional com calabresa”. E o mesmo acontece com o “Exagerado”. Creio que a maioria de nós optou pelo tradicional, tendo em vista que todos queríamos ainda provar o Dog Doce.

Enquanto o lanche não vinha, nos ofereceram brinquedos educativos, para que não percebêssemos o tempo passar (no Dog do Sérgio podia ser um PS2, haja vista a fila de uma hora). Cheguei a me lembrar das consultas com a psicóloga e quando estava prestes a desvendar o segredos dos “elos  que não se soltam”, o lanche chegou. O Zé estava intrigado com a corda de quadrados e a única que conseguiu solucionar o problema foi a Siba (quase grudei no pescoço dela novamente).    :)

Lanche cheiroso, quentinho e com saches de molho extras. O rango realmente é bom, mas está longe de ser o melhor. Acredito que, se a moda do Dog Doce pegar, em breve teremos concorrentes à altura. Mas isso não será da noite pro dia, pois o lanche doce do Nilton é realmente muito saboroso e supera, tranquilamente, o salgado. Seria capaz de ir no SuperDog lanchar e pegar um doce de sobremesa no Nilton. Não imaginava que morangos, chocolate, leite condensado e queijo, todos juntos em um pão, seriam tão saborosos.

 

Jack

Avaliação:

Avaliação – Nilton’s Dog

Ontem foi mais um dia (ou noite) de comer cachorro-quente e apesar da chuva, rumamos ao Nilton’s Dog no Estreito, pertinho do Corpo de Bombeiros.
Pedi um cachorro-quente Tradicional, com uma salsicha, condimentos, batata-palha, queijo etc; ingredientes comuns e tradicionais (como o próprio nome sugere) para um bom hot-dog. O lanche é gostoso e serve bem para o que se propõe: matar a fome. Não tem nada de especial, mas dentro do escopo ele é bem saboroso.

Agora o destaque fica para o cachorro-quente doce. É isso mesmo, caro leitor, o Nilton’s serve duas opções de cachorro-quente de chocolate. Tá certo que não é um verdadeiro hot-dog, porque lhe falta um ingrediente primordial para sê-lo: a salsicha! Conhecendo a história dos cachorros-quente, vemos que geralmente se faz referência a ela e não ao pão com esse nome canino, mas com um pouco de imaginação podemos acreditar que pão de hot-dog, chocolate derretido, morango (há também uma versão com coco) e queijo é também um cachorro-quente.

Aliás, pelo o que eu sei, foi através deste lanche doce que o Nilton’s ficou famoso, tendo matérias veiculadas no Jornal do Almoço e no jornal Hora de Santa Catarina (as quais eles exibem com orgulho).

O dog doce é muito saboroso (e como não seria?) e é uma ótima opção para uma sobremesa após um cachorro-quente tradicional. Também serve como lanche solo, já que eles servem também uma versão grande deste mesmo lanche.

A propósito, o Nilton’s serve também dogs com calabresa e bacon, todos nos tamanhos “Tradicional” e “Exagerado”.

Em questão de avaliação, me proponho sempre em dar nota para os cachorros-quente (pão, salsicha e complementos), mas sempre avalio também outros quesitos. Pelo dog em si, eu dou três salsichas; mas pelo bom atendimento e pela opção de dog de chocolate para sobremesa, Nilton’s fica com quatro salsichas na escala Rota HotDog!

Cachorro-quente especial – São Pedro – Chile

Artigo escrito pelo site “Em Geral”

May 13th, 2008

O quê? Cachorro-quente com abacate? Sim. É isso mesmo que vocês estão vendo. O abacate é bastante usado na culinária chilhena em sanduíches e pratos. É a chamada palta hass.

Este da foto, em especial, é um “Italiano”. Trata-se de um pão de cachorro-quente, com uma salsicha e base de molho de tomate. A surpresa fica para a pimentinha no molho e um complemento de abacate. A salsicha é um pouco diferente, mais branca. O sabor é semelhante às salsichas brasileiras e ela costuma vir bem cozida neste tipo de lanche. Ao contrário daqui, ela é colocada separada do molho. Ou seja: parece que só nós, brasileiros, cozinhamos a salsicha e a servimos no molho. Lá é separado.

O abacate não tem gosto tão forte quanto o que conhecemos aqui. É mais suave e, neste prato, é servido moído em cima de tudo.

Como complemento, os condimentos que conhecemos. Maionese e catchup.

Embora bastante exótico para nós, brasileiros, o “Italiano” chileno é bem gostoso. A mistura fica interessante. E é realmente um costume nacional. Haja visto que o McDonald’s tem um sanduíche com abacate. Vale a experiência.”

 

Notícias de Urubici

Recebi um email de agradecimento do nosso amigo Levi de Urubici, que aparece na foto do buffet de cachorro quente. Ele é o proprietário e nos manda notícias:

“Levi Karklis – 18:04 (17 horas atrás)

Que legal amigo, olhei a foto, ficou legal, muito obrigado, por enquanto vai bem, tem dias que é mais fraco e tem dias que é mais movimentado, mas é porque tem muitas pessoas que ainda não sabem, mas foi um bom começo, outra coisa amigo, tem gente quer cachorro quente doce, e estou querendo colocar também, andei informando bem, mas fica gostoso mesmo, creio que o senhor conhece o cachorro quente doce, no mais um grande abraço pra todos voces, Levi.”

Pois é Levi, acredito que todo começo seja assim, meio instável. Mas o importante é que vcoê está lá todo dia no mesmo horário e todo dia alguém diferente fica sabendo que existe uma opção barata e gostosa para fazer um lanche. Propagandas na rádio Gralha Azul e distribuir panfletos pela cidade poderão ajudar a manter o povo com vontade comer cachorro quente.

Quanto ao HotDog doce, foi legal você perguntar porque estamos justamente agendando, pra hoje a noite, ir a um que fica no continente e até já passou na RBS-TV. Acredito que poucos aqui tenham experimentado, mas peço a esses que postem seus comentários e opiniões sobre o lanche açucarado. Amanhã terei notícias e fotos pra postar aqui e conto como foi.

Forte Abraço

Jack

Prensadão do Tampa

No entanto, caro aficionado por cachorro quente, nosso mês de julho não foi só de boas notícias e boas refeições. É na calada da noite que se escondem todos os gatos e todos pardos.

 

Após sofrer com a super população do John Bull Pub durante o show da Nação Zumbi, fomos procurar um cachorro quente pra comer. Já eram 3:00 da manhã e isso não seria uma tarefa fácil. A primeira opção foi o Senhor Salsicha, pela proximidade e por ficar aberto até às 4:00. Entretanto o encontramos fechado. Passamos no Space e estava fechado também, seguimos para a pracinha da Trindade e nada. Bateram com a porta na nossa cara no Space da Agronômica, e nós só queríamos comer um cachorro decente.

 

Frustrados, desanimados, mortos de fome, rumamos para o Estreito e lá a decepção já começava a se tornar insuportável. Pois estavam todos fechados, o Alternativa, o X-Point, o Boca’s… Mais alguns quilômetros em frente e encontramos o “Fome de Cão”, uma carrocinha bem transada, com um giroflex luminoso próximo ao Clube 1º de Maio. Estacionei, agradeci aos deuses e dei de cara com um baixinho correndo na direção do carro meio acabrunhado. Logo pensei: Opa, isso que é atendimento – Mas precipitei-me, já que o pobre do homem só queria nos avisar que havia lhe acabado o pão. (silêncio) Meu olhar se perdeu no piscar do giroflex e a voz daquele pequeno ser tornou-se distorcida na minha mente. Durante os instantes seguintes só me lembro de ter ouvido ele sugerir o Ito Lanches, afirmando ser muito bom.

 

Já havia sido tomado por um desespero absurdo, a ponto de roubar o lanche de uma velhinha na rua, como se houvesse alguma naquele horário e ainda mais com um lanche em mãos. Saí na direção do Ito me perguntando: Que dono de carrocinha de cachorro quente fica sem pão? Que indica outra carrocinha? E ainda diz que é boa??!!! O que houve com os princípios da concorrência? Essa porra virou um cartel??? Acho que sim, pq o Ito… adivinhem…. fechado.

 

Pô pq não pensei nisso antes? O Kobrasol respira vida noturna, com certeza encontraremos algo aberto por lá. E finalmente encontramos um que atendia por “Prensado do Tampa”. Nessa altura do campeonato foi na base do: “segura na mão de deus e vai!”. E quem segurou primeiro foi o Zé que, enquanto eu fazia um xixi, fez o pedido (Dog Duplo).

 

Terminado o xixi, me aproximei da carrocinha e dei de cara com um microondas. Fiquei ali tentando imaginar pra que o cara iria usa-lo. Eis que ouço um Bip Bip. Era micro avisando que o lanche estava pronto. SENHOR!!!! Tremi de cima a baixo, com receio de sair dali um Hot Pocket ou algo pior…. e não era um Hot Pocket.

 

O esquema era o seguinte:  o cara tem pão, mas não pode ser prensado pq é seco demais; tem salsichas, mas esquenta o lanche no micro; tem vinagrete e só deus sabe no que isso vai dar. Com base nisso, pedi dois completos.

 

Confesso pra vocês que já comi coisas piores, mas nunca mais voltei a comê-las. Mas como o lanche estava ali, quentinho e eu já havia dado a primeira mordida mesmo, então segui comendo. Foi quando fui surpreendido, durante uma mordida, com um barulho de um Bamba 39 batendo no septo nasal de alguém em frente ao carro que estávamos. Na hora o estabelecimento começou a subir na minha avaliação, pois foram cenas de ação muito bem executadas pelos dois malucos que brigaram em torno do carro durante todo o meu lanche.

 

A Siba estava apavorada com a porta e o vidro, do seu lado, fechados. O Zé e a Juh, coitados, sem acreditar que depois de tudo o que passamos, estávamos assistindo uma briga (engraçadíssima) na avenida principal do Kobrasol.  Era um correndo com uma ripa de madeira, o outro querendo conversar, era faca de serra pra um lado (não sei de onde veio, espero que não seja do dog), perseguição de bicicletas pra outro. Estava um verdadeiro Programa do Ratinho.

 

Resumindo, comemos, bebemos, pagamos e saímos com uma certeza: foi o pior cachorro quente que já vimos. Não merece salsicha nenhuma, mas como estava aberto às 4 da matina, leva só uma.

 

É isso aí…. sorte daqueles que comeram miojo na madrugada de sexta.

 

Jack

 

Avaliação:

 

Rota no mês Julho

Suzi’s Dog (Casa da Zé)

Com saudades do velho temperinho caseiro e do aconchego de uma mesa de família, a equipe RotaHotDog andou passeando por outras freguesias. Nossos posts tiraram férias, porém não nossos estômagos.
Após uma maravilhosa experiência com o SuperDog, no Kobrasol, nos enontramos, na semana seguinte, na casa do Zé para degustarmos o cachorro quente da Dona Suz. Êta coisa boa, cachorro quente com jeitão caseiro, muito parecido com os que comi durante toda a minha infância. Mesa farta, muitas opções de molhos pães e condimentos. Um banquete merecedor de 5 salsichas, sem sombra de dúvidas.

Avaliação:

 

Senhor Salsicha

Ainda em julho, fomos ao CIC assistir ao espetáculo “Renato Russo a Peça”, com Bruce Gomlevsky, outra experiência fascinante, uma vez que o ator interpreta e canta muito bem. Chegando a confundir o público com tamanha semelhança com o saudoso Renato Russo. Após o show, é claro, fomos comer um cachorro quente no Senhor Salsicha, no Itacorubi, que dispensa apresentações a muitos por aqui.

Avaliação:

 

Buffet de Cachorro Quente do Levi – Urubici/SC

Aproveitando o friozinho de julho e o fato de estar de férias, eu e a Siba resolvemos passar o fim de semana dem Urubici com as crianças (Sophia e Letícia). Urubici é o tipo de cidade com cara de bairro, com muitas atrações turísticas, boas pousadas, boa comida, bom atendimento e coisas desse tipo. Mas será que tem cachorro quente?? Vocês devem pensar: Ah! É claro, cachorro quente tem em qualquer lugar. – E realmente há. Observei que na praça principal da cidade tinha um prensadão não sei de quem.
Mas o escolhido foi um  que ficava no caminho da pousada.

Sob um frio de 4º entramos no lugar que é conhecido como a Sorveteria do Levi, que em tempos de frio, transformou-se em um buffet de cachorro quente.

Houve uma época que os buffets de hotdog viraram moda aqui em Floripa, o problema é que se você não sabe montar um cachorro quente que preste, quem fica com a fama de ser ruim é o buffet. E assim, muitos se acabaram.

O proprietário foi quem nos atendeu, simples e muito paciente nos explicou o funcionamento da casa e os preços. Só faltava um de nós começar a juntar o mosaico de ingredientes no centro de um pão e correr pra balança contabilizar o estrago no bolso. E é claro, fui o primeiro.

O buffet serve um pão longo que fica acondicionado para mante-lo quente e macio. Segue com opções bem coloridas em conservas, molhos e condimentos. Destaque para a maionese caseira temperada e a farofa de ovo.

Sobrecarreguei um pão com muitas das opções do buffet, depositei-o na balança e… pasmem, paguei pouco mais que R$2,00. Um lanche com esses ingredientes e com esse tamanho custaria em torno de R$7,00 em Floripa (espero que o Levi não resolva aumentar seus preços por conta disso…rsss).
O fato é que comemos todos bem, bebebos, tiramos fotos e saímos muito felizes com o atendimento que nos foi dado e a receptividade do Levi. Parabéns a ele e ao pessoal de Ururbici.

Avaliação:

 

Fotos:

Super Dog + Diodéte (Edição Extraordinária)

Tá bom tenho postado menos de uns tempos pra cá e isso não tem desculpa. O Zé na última quarta (SuperDog) me puxou a orelha e prometo mantê-los informados. O Fato é que estou estudando novas maneiras de deixar o site mais interativo, com cara de guia. Mas sem a pretensão de guiar alguém no que deva ser comido ou não. Lembre-se que a idéia é experimentar e postar nossa opinião cabe aos leitores buscar o Dog que lhe agrada.

Ontem (Sexta) recebi um convite do Fabrício, o cara que me indicou o SuperDog, pra fazer um lanche com nossas respectivas esposas. Sem demora corremos pro “Cachorro-Quente da Praça do Visão”. Eu que havia estado ali há menos de 48 horas estava tão empolgado quanto a primeira vez. E realmente o rango é um dos melhores da região e com certeza o maior. Detalhes importantes como: o toldo que protege os clientes da chuva e do frio, o azeite de oliva e a pimenta (dispostos em um galheteiro na mesa) e a pracinha aos fundos; chamam a atenção e tornam o lugar tranqüilo e agradável.

Parabéns a dupla do SuperDog!!!!

Avaliação – Super Dog

Parece coincidência: essa semana o Yuri, um novo colega de trabalho, me indicou o Super Dog (mais conhecido como “cachorro-quente da pracinha na frente do Colégio Visão”) e eu fiquei tentado a conhecer. Ontem iríamos em um dogão na Ilha, mas devido a contratempos resolvemos comer no continente mesmo. O Jack me ligou sugerindo o tal Super Dog, porque alguém indicou a ele também. Então com duas indicações na mesma semana, esse foi nosso destino.
Chegando lá eu provei o tal “Super Dog”, em um pão tão grande que eles colocam duas salsichas em seqüência, uma atrás da outra, ao invés de uma no lado da outra como dita a tradição. Aliás, como não sou fã de vinagrete nem pepino, para substituí-lo ganhei de cortesia uma salsicha extra. Moral da história: as 23 horas de uma quarta-feira eu estava comendo um monstro-dog triplo.
Para acompanhar, mostarda, maionese, queijo ralado, um molho com cebola bem picada (como o atendente fez questão de ressaltar) e batata-palha. Essa chamou atenção, por ser bem pequena e crocante. O sabor era bom, mas a sensação era de estar comendo areia. Mas que fique claro que era areia com um gosto bom.
Outro detalhe era a forma como o pão é servida: “semi-prensado”, como comentou o Jack. Isso porque antes de colocar os ingredientes, o pão é levemente prensado, porém depois de pronto, o dog não volta para a chapa.
Outro diferencial é o atendimento: os dois rapazes que trabalham lá são bastante simpáticos e atendem muito bem.

Resumo da ópera: pelo molho, atendimento e pelo tamanho do cachorro-quente (e pela salsicha extra), merece 4 salsichas na escala Rota Hotdog (de 1-5).

Pontos que poderia melhorar: ter outras opções de embalagens para refris, como 600ml ou 2l, por exemplo (não é fundamental, mas faz diferença) e pensar uma maneira de manter o sabor da batata-palha sem a consistência de areia.

Avaliação – Cachorro Louco

Ontem foi dia de Cachorro Louco em Coqueiros. Era dia também de jogo do Brasil contra a Argentina, mas pelo resultado confirmei que ganhei muito mais indo comer um dog especial com meus amigos e depois tomar um vinho na Diodéte.
Já tinhamos ido degustar o sanduíche do Cachorro Louco nos primórdios do Projeto Rota Hot-Dog, mas na época ainda não existia o site e não tecemos os comentários pertinentes, por isso resolvemos voltar.
Eu já conheço essa carrocinha (que diga-se de passagem agora virou um carroção) há uns dois anos e sempre considerei um dos melhores hot-dogs de Florianópolis, e minha opinião não mudou em nada.
Acredito que o segredo deles seja utilizar apenas ingredientes de primeira qualidade, a começar pela batata-palha da Elma Chips, por exemplo. Além disso eles têm azeite de oliva, molho de alho, tomates secos e outras coisas bem peculiares, mas que proporcionam um sabor incomparável. É por isso que eu costumo dizer que o Cachorro Louco é delicioso, mas não tem gosto de cachorro-quente; tem gosto de cachorro-louco.
Já que tem uma revista por aí que considera refrigerante de dois litros como ponto positivo para uma barraquinha de cachorro-quente, deixo aqui registrado que o Cachorro Louco também vende a bebida nessa embalagem.
O ponto negativo são as filas geralmente bem grandes, com um tempo de espera de aproximadamente meia-hora. Mas no fim, o sabor compensa.

Cachorro Louco, mais um que ganha 5 salsichas na minha avaliação!

Avaliação – Senhor Salsicha (Edição Extraordinária)

No sábado nos encontramos na Cantina de Vinho da Pipa, na Trindade. Sauthier, Simone e Jackson vinham de uma peça de teatro e Ju e eu encontramos eles lá pra beber um pouco e jogar conversa fora.
Eis que a fome começou a apertar e resolvemos fazer uma edição extraordinária da Rota Hot-Dog! Acabamos optando por fazer uma visita rápida ao Sr. Salsicha.
Já fomos ao Sr. Salsicha várias vezes e eu considero um dos melhores dogs da região. O cardápio é bem diversificado, com várias receitas. Tem salsicha normal, de frango, calabresa e soja. Dogs prensados e normais. Molho vermelho ou strogonoff. Até opçõs vegetariana, lacto-vegetariana e ovo-lacto-vegetariana. Para os mais criativos, há a opção de criar sua própria receita com ingredientes incomuns, como champignon, por exemplo.
Dessa vez pedi um dog com frango desfiado, mas já comi também por lá dogs tradicionais, com molho de strogonoff e sabor
pizza. O cachorro chegou na mesa caprichado e rapidinho. E quando eu digo “caprichado” me refiro também ao tamanho do cachorro quente. Nesse quesito, só perde para um dog que comemos em Biguaçu, cujo nome não recordo no momento.
O local é coberto, com mesas e banheiro. Só não é fechado nas laterais, o que pode vir a ser um problema nesse inverno rigoroso que está chegando.

Na Ilha eu não conheci ainda nenhum cachorro quente no nível do Sr. Salsicha e é por isso que eu conceituo ele com 5 salsichas!

Avaliação – Cal Dog

Não sabíamos onde iríamos comer ainda na quarta-feira passada (11/06) e de última hora decidimos ir experimentar o Cal Dog no Estreito.
Trata-se de uma carrocinha tradicional que já está naquele ponto (praça Nossa Senhora de Fátima) há 18 anos e serve um cachorro quente tão tradicional quanto. Os ingredientes são os mesmos que vemos na maioria dos hot-dogs por aí: salsicha, ervilha, milho, queijo, batata-palha, vinagrete etc. Os diferenciais estão para a maionese especial e para o purê de batata, que não é tão comum nos lanches aqui na região.
O cachorro quente é servido ao natural, sem prensar, o que me representa um ponto fraco. Sou do time dos que preferem os dogs prensados e acredito que existir essa opção é quase uma obrigação nas carrocinhas!
Um ponto que me chamou a atenção foi a pia improvisada: um cano grosso de pvc de mais ou menos um metro e meio cheio d’água, servindo de mini-caixa-d’água.

Na escala ‘Rota Hot-Dog’, esse merece 3 salsichas.

Avaliação – Personal Hot-Dog

Desembarquei ontem no Personal Hot-Dog como uma certa expectativa, porque já havia tido boas referências do mesmo e porque me disseram que eles tinham até mesmo comercial rolando na TV.
Chegando lá me senti no “McDonald da Salsicha” (parafraseando o Jackson). O lugar tinha bem cara de lanchonete fast-food, todo fechado, com aquelas mesinhas de praça de alimentação e até um espaço “faça seu evento aqui” separado. Na parede quadros de salsichas vestidas de russo, mineiro, paulista, gaúcho, italiano etc, que eu vim descobrir depois que eram os nomes dos dogs que eles tinham lá.
Na hora do pedido (feito no balcão como toda rede de fast-food), o atendimento foi bem diferenciado; pediram meu telefone para fazer meu cadastro e manter o registro dos meus pedidos anteriores. Recebemos uma senha impressa e fomos aguardar a chamada. E para retirar o lanche era em outro balcão, novamente remetendo ao Bobs, McDonald e cia.
A apresentação do lanche é sem comparação! O meu, como era prensado, veio numa caixinha fechada no estilo daquelas das tortas de banana e maçã do McDonald. E na caixa vinha uma etiqueta impressa com meu nome, meu pedido e os ingredientes do meu.
Meu pedido foi um Hot-Dog Mineiro que era composto de maionese, salsicha tradicional, queijo, molho cheddar, mostarda, ovo picado e batata palha. Pedi pra remover o milho (que eu não suporto) e catchup (por um certo trauma de um dog picante que comi semana passada). Como vocês podem ver, de “mineiro” meu dog não tinha nada…
O cachorro-quente é bastante saboroso, é servido quente, o pão é macio, a maionese é de leite e os ingredientes são fresquinhos. Resumindo: é muito gostoso!
Contudo o preço é mais salgado que a maioria dos dogs por aí. O que é justificado pelo diferencial no atendimento, apresentação e conforto.

Resumo da ópera: o ambiente, atendimento e a apresentação são excelentes, porém não é o melhor hot-dog que já comi (apesar de ser delicioso) e o preço é um pouco mais salgado.
Pelo cachorro quente em si, eu daria 3 salsichas, mas o conjuto da obra vale 4 salsichas.

Avaliação (1-5)

Avaliação – Cachorro Quente do Afonso

Bom, eu demorei pra postar meu comentário a respeito do tradicional Cachorro Quente do Afonso, mas cá estou para deixar meu depoimento.

Eu já conhecia a fama do cachorro do Afonso há muito tempo. Antes mesmo de vir morar aqui em Florianópolis, já tinha comido por lá (no final dos saudosos anos 90) e lembro que já se falava em “Cachorro Quente do Afonso, o melhor cachorro da Ilha”.

Conheci um ex-funcionário do Dogão que trampou lá nos tempos áureos e disse que era uma loucura aquele ponto.

Mas acho que dos tempos de sucesso do Afonso, só sobrou o saudosismo daqueles que deram pela revista Veja o prêmio de melhor hot-dog de Floripa. Acho que eram outros tempo, quando realmente poucas carrocinhas estavam por aí… e com menos concorrência é mais fácil ser o melhor.
Dessa vez eu estava lá com um ar mais crítico de quem tem a missão de trazer parecer sobre dogs para uma comunidade, mas acho que a fome foi minha inimiga; era tanta que comi dois dogs, o que pode desmerecer um pouco meus comentários abaixo:

Achei o dog simplista; nada de especial. Aliás, de diferente só o excesso de molho picante. Tanto que no segundo dog tive que pedir sem catchup, maionese e mostarda, o que não se mostrou eficaz… desconfio que a pimenta em excesso estava no molho vermelho. Tanto que saí com aquele gosto desagradável impregnado na língua.

Não é o pior dog que já comi em minha vida… mas com certeza está bem longe do melhor, por isso na escala de 1 a 5, fica com 2 salsichas!

Ah! Se você acha que ter refri dois litros vale pontos, eu daria 2,1 salsichas!

Cachorro Quente do Afonso

É adoradores de lanches rápidos e sanduiches-iches depois de um longo período sem explorar a gastronomia local, estamos voltando com tudo na Rota HotDog. Com novas idéias, novos conceitos e principalmente muuuuuiiita fome.

 

 

 

Para dar por encerrado o mês de maio sugeri uma passada no Cachorro Quente do Afonso, na Avenida Hercílio Luz, cuja tradição já haviam me comentado. Mas confesso não saber que se trata de uma carrocinha premiada  pela qualidade de seus lanches. Em situações como essas arrependo-me de não ter no porta-malas meu traje completo para noites de gala rssss… mas foda-se, quem decide se devo gostar do lanche ou não, sou eu e não a revista VEJA. É como eu sempre digo: “Lanche! Você só sabe se é bom mesmo, no dia seguinte.”

Para o sacrifício foram escalados os melhores devoradores de fast foods em Floripa, entre estes estavam Sauthier e o Zé. Passei na República das Trevas para pegar o Santiago, que já entrou no carro reclamando de fome, o que me fez perceber que a noite prometia. A hora marcada foi 19:20:11h, mas como já era de se esperar ninguém chegou no horário, no entanto todos tivemos a sorte de chegarmos juntos.

Já eram 20:01:32h e não tivemos grandes dificuldades em encontrar vagas para estacionar. Não me sinto seguro em afirmar que o alto da Av. Hercílio Luz é um lugar tranquilo para se deixar o carro estacionado, apesar de não termos tido problema algum quanto a flanelinhas ou assaltos.

A placa de homenagem da Revista VEJA, pendurada na entrada no estabelecimento, provoca uma estranha, e falsa, sensação de que será um lanche caro e excepcional. Falsa porque por 4 dinheiros vale a experiência de degustar um HotDog padrão, e só. O lanche não tem NADA de especial e atraente, pelo contrário, para aqueles que preferem algo mais saboroso do que condimentado é uma experiência frustrante. O queijo ralado de má qualidade associado a enorme quantidade de vinagrete e cebolas com uma acidez fora do normal, fazem o lanche ser enjoativo. Uma dica importante seria solicitar seu Dog sem vinagrete, sem o queijo e com um pouco mais de maionese.

Mesmo assim, se você estiver pelo centro, o Senhor Salsicha estiver fechado e seguir essas dicas, vale a pena uma parada. Tenho dito!

Avaliação (1-5):

Senhor Salsicha, Janeiro de 2008

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 Separei essa foto em homenagem ao Sauthier (que tá parecendo o Mestre Yoda em uma versão casual chic). Lembram-se dessa foto? Obs.: Eu estava pilotando a CyberShot e a Siba o tomógrafo.

Estréia…

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Dez de Março de Dois Mil e Oito, ano do Rato, aquecemos as chapas e os motores na busca incansável pela verdadeira arte da culinária canina. Buscamos os molhos, o queijo, a Heiniken gelada a que todo motociclista tem direito de saborear, seja na barraquinha do tio, ou em um posto de gasolina.

Nosso desejo pelo bom cachorro-quente nos fez suportar bravamente as cólicas intestinais, o ardor de cebolas mal lavadas, a falta de gás em um lote da Coca-Cola ZERO e até mesmo a falta de salsichas…. mas a volta pra casa nos mostra que o importante é levantar a cabeça, se necessário por o dedo na goela, e pilotar….

É por isso, nobres cavaleiros, que estamos utilizando essa ferramenta poderosa, que mostrará ao mundo nossa cruzada pelo HotDog sagrado…..

Está oficialmente inaugurado e disponível para acesso o nosso blog http://rotahotdog.wordpress.com